Vou te contar…

… Lembranças, Pensamentos, Saudades e Indagações

A bendita novamente ….

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Por Taís Gomes

Se me perguntassem qual palavra me definiria, eu diria; SAUDADE! Não deve existir alguém pra sentir tanta saudade como eu! Falando assim, parece que sou o tipo de pessoa que vivo olhando pra trás. Não, não é nada disso. Eu simplesmente sinto muita saudade. Como já disse em outras postagens; "saudade da minha saudade". Alguém traduz isso rs???
Pois é, sinto saudade de coisas tão simples. Cheiros que remetem a minha infância e bate aquela saudade. É bem naftalina mesmo, incluindo a sensação e o cheiro, claro. Talvez lavanda fosse o que me deixasse mais próximo dessa lembrança.
Olha que incrível, consegui um retrato de uma paisagem que existiu em um sonho meu quando criança.Dá pra acreditar? É essa praia de fim de tarde com esse céu lindo aí da foto ao lado. O ‘São Google’ me ajudou e nem foi difícil achar. Acho até que a foto já foi inspiração de outras pessoas. Quem dera eu mesma tivesse fotografado isso? Ai ai …
Sinto saudade das brincadeiras de crianças. Dos livros que eu negociava por tazo (lembram???) na escola. Sempre amei ter livros por perto e isso começou nas bibliotecas que eu me trancava rs Ah, sempre amei aqueles filmes com bibliotecas gigantes. Por falar em livros, outro dia quase me emocionei quando vi em uma livraria o livro da Ruth Rocha; "Marcelo, martelo, marmelo" hahah Eu amava!
Eu vou te contar que eu sempre me fascinei pelas histórias das pessoas. Sempre. Mas não me venha contar a história do menino que perdeu o grande amor quando foi embora pra outra cidade ou o cachorrinho que ficou pra trás, porque eu choro. E muito (até hoje,confesso rs).
Pois é, sinto saudade de tanta coisa, em especial da velha infância. E nem tá tão velha assim. Mas pra ganhar tempo dei uma crescidinha e me formei há quase dois anos … Tá, faz um tempão, eu sei …Mas era tão bom. Confesso sentir uma invejinha quando vejo as crianças voltando da escola e passam na minha rua. Elas vêm falando alto, sem preocupações, fazem " o que dá na telha e nem se preocupam com os nossos olhares. E ver as filas na porta de escola? Acho que quando se é mãe, de certa forma, tem o privilégio de reviver tudo isso.
Sinto falta das aulas chatas de matemática. O quanto eu olhava pra fora da janela, sonhando com mil coisas. Provavelmente com o tão esperado "FUTURO". Aliás, futuro era o que mais a gente ouvia falar na escola. Quanta pressão em cima de nós, pobres crianças rs … O futuro do Brasil. Que responsabilidade, hein???
Saudade daquelas segundas feiras chuvosa que eu odiava. Em compensação, a volta da escola era diversão garantida! É óbvio que ficaria a tarde inteirinha dentro de casa cercada por bonecas ou gibis. Ohhhh maravilha! Amava! Minha imaginação ia longe. Mas nas tardes quentes a bicicleta ou o patins eram meus fiéis companheiros. Gente, como eu amava tudo isso. Tudo bem que eu queria muito ser ‘gente grande’, mas já me arrependi o suficiente rs.
Saudade de quando eu comecei a pegar gosto pra escrever. Em especial, romances. Daqueles que só existiam na minha cabeça. Perfeitos, sem dúvida! Eu ficava horas e horas olhando o pôr do sol que só dava pra ver do quarto da minha mãe. Eu chegava a chorar com as minhas próprias histórias, pode isso??? Eram muito reais. Tem preço sonhar?
O tempo passa e lá está ela de novo, a bendita SAUDADE! Ai, ai … Saudade daquelas pessoas que um dia já passaram em minha vida e eu sequer tenho ideia por onde andam. Queria muito reencontrá-las! Muito, muito mesmo. Saudade de sorrisos que ficaram pra trás. Saudade de lágrimas que rolaram, talvez durante alguma despedida, em um algum tempo já perdido na nossa lembrança. Saudade de abraços que nunca mais serão dados. Saudade dos livros que já li e das essências que ficarão somente na memória. Saudade de emoções daquele momento. Empolgações únicas que hoje não provocam mais nenhuma reação em nós, como pode isso? Como o tempo consegue transformar tantas coisas, hein? Engraçado isso, né?
Enfim, saudade que, como digo, já não cabe no meu peito.

Velha Infância

domingo, 24 de outubro de 2010

 

Por Taís Gomes

Quando eu era criança adorava ler Fernando Sabino. Tinha um livro que, logo, na primeira página dizia assim: "Quando eu era menino me perguntavam o que eu queria ser, hoje já não me perguntam mais, se me perguntassem eu diria; queria ser menino" … Essa frase nunca me saiu da cabeça e nunca pensei em sentir isso um dia. Incrível como o tempo voa. Eu lembro que passei a infância e a adolescência querendo ser "gente grande". Ouvia música de adulto. Sempre queria estar entre as pessoas mais velhas. Sempre cheia de "caras e bocas" fingindo entender tudo. Passava horas na biblioteca da escola procurando livros mais interessantes (desde Ziraldo a José Saramago)…Uma aventura nos meus próprios pensamentos.
A gente não se dá conta de como o tempo passa. Às vezes bate "umas saudades" da velha infância. E quando acho que não faz tanto tempo assim, as responsabilidades do dia a dia me mostram a verdade.
Tem dia que digo; "não quero mais brincar de gente grande" … Tá ficando tudo tão sério…
Há pouco tempo atrás eu pesquisava preço de gibis ao invés de comparar preço de carro. Comprava Barbie no lugar de sapatos de salto agulha. Nem me importava se era desenho ou filme que passaria na Sessão da Tarde, estava sentadinha ali no sofá da sala, simplesmente pronta.
Sinto saudade de jogar para o alto as folhas do fichário no final do ano. Agora, preciso tomar cuidado para não jogar nem um documento importante. Não são mais meus pais que controlam o meu horário de ficar na rua, mas a vontade desesperadora de chegar logo em casa e tomar um bom banho.
E quem diria que a casa, o lugar que mais fugimos na infância, de repente se torna o melhor lugar do mundo, o mais seguro e tranquilo? E o quarto? Hoje, arrumá-lo não é obrigação e sim uma terapia (das melhores, com toda certeza).
Há muito tempo não vejo um papel de carta nas papelarias, os que ainda me restam têm frases das amigas que já seguiram outros rumos. Já pisam em outras estradas e caminham com outras pessoas.
Penso nos diários, de uns anos pra cá, tantas folhas passam em branco, simplesmente despercebidas. Não que eu não tivesse nada para registrar, mas que parar pra escrever ali é como reservar o horário no cabeleireiro tem que ter tempo realmente.
Agora me deparo com um mundo no qual devo tomar cuidado com as minhas palavras para não magoar ninguém, afinal, elas não são mais letra de música estampada em camisetas ou pichada na parede da escola.
Agora não encontro minhas amigas com bonecas, mas com filhos … Puxa, como o tempo passa tão depressa que chega a me dar medo. Medo de vê-lo passar sem aproveitá-lo… Medo de não alcançá-lo. Medo de ser levada pelo tempo.
Ah, o tempo. Não tem como fugir. Amigo ou inimigo? Aliado, parceiro ou vilão? Não sei explicar, juro… E quando penso que sei, conheço alguém com uma bagagem maior que a minha e talvez, ainda, uma estrada bem mais longa…
Em meio as minhas doces saudades, concordo com quem disse: "A infância é uma fase tão maravilhosa que deveria ser dada aos adultos."

Casa da Aline

domingo, 13 de junho de 2010

Taís Gomes

Eu nunca vou me esquecer dos minis tomates verdes que eu comia no quintal da Aline. Era a nossa "comidinha" das nossas "casinhas invisíveis". Como eu gostava daquela casa em frente da minha. Passava a tarde inteirinha por lá. Só voltava quando minha mãe mandava me chamar.
E o  "Louro". O "louro" mesmo. A melhor campanhia que já teve na casa dela. Ele gritava o nome da família toda. Eu até que gostava dele, até o dia em que ele quase comeu o meu dedo e eu saí gritando que nem louca, com o sangue escorrendo pela mão. Que ódio!
Lembro tanto dos cachorros "centenários" dela; o Lula e o Javali. Se fizessem um concurso de longevidade entre animais,  na certa, eles ganhariam.
Preciso falar do barulho da chuva que fazia no quarto dela. Me perdia no tempo ouvindo cada gotícula. Eu ficava espiando pela janela a horta da qual não tinha acesso e me matava de curiosidade para descobrir o quê mais tinha lá.
Quem já assistiu o filme Jumanji talvez consiga visualizar o estilo da casa que eu pintava na minha imaginação. A casa dela era cheia de cômodos inacabados. Um "ar de aventura" para a criançada.
Muitas amigas se uniram a nossa duplinha (menos a Jú, ela tinha ciuminho, pronto falei! rs). A gente brincava muito, mas o BANCO IMOBILIÁRIO era jogo de adulto. Só as nossas irmãs que se divertiam. Tudo bem, a gente nem entendia nada mesmo.
E mais um brinde a outra centenária da minha vida: Querida Barbie! A Aline tinha o "kem" (o homenzinho da Estrela) e isso fazia TODA a diferença em nossas brincadeiras, porque todas as bonecas o disputavam.
A Aline tinha muitos gibis antigos herdados dos irmãos dela. Sabe aquelas versões que a gente nunca vai encontrar? E que os personagens da Turma da Mônica eram mais altos e feios? Ela tinha muitos desses. Vinham com um cheirinho de "guardado" inconfundível. E para aumentar a coleção a gente vivia comprando gibis usados de uma barraca que tinha na avenida. Isto é, quando o dono resolvia abrir, a gente sempre voltava triste quando estava fechada.
Por ser um ano mais velha, eu estava uma série a frente e vivia ensinado "cálculos avançados" só para que a Aline se destacasse na escola. Em vão. Ela nunca entendia nada, acho que eu não era muito boa para explicar (ou vice versa).
Já caimos muito de patins. Também arrumamos muitas encrencas e "rebolamos" muito com o Bambolê (como se diz isso??).
Eu tenho ótimas recordações dessa amizade que jurávamos ser eterna. Mas quando crescemos, por um motivo e outro, cada uma foi para um lado e nos afastamos. Eu sempre sinto vontade de resgatar esses momentos. Apesar de parecermos "estranhas" uma com a outra, certamente, JAMAIS apagarei tudo isso, afinal, todas essas lembranças me fazem rir agora. Me devolvem meu sorrisinho da infância.

F.R.I.E.N.D.S da minha vida - Parte 2

domingo, 16 de maio de 2010


Taís Gomes

Seria injusto com o Maurício de Souza se eu dissesse que o seriado Friends tem a ver com a minha amizade e a da Jú! Se bem que tenho tentado convencê-la a assistir … Ela já ri quando eu conto algum episódio. Um bom começo. Enfim…
Maurício de Souza, o criador e pai da Turma da Mônica, o nosso primeiro gasto e vício; seus gibis. Cresci trocando e comprando com a Jú. Jú, para os íntimos (e pra todos). Mas não se esqueçam de colocar o "DE" antes do Almeida, senão ela enfarta!
A "risadinha" da minha vida que já chorou comigo muitas vezes, mas riu ABSURDAMENTE de todas as fases que já passamos. Aliás, nas linhas a seguir vocês vão entender a razão que escreveremos um livro algum dia. Afinal, são tantos encontros e desencontros que nos aproximaram mais uma vez !
Em meio a dezenas de cartas dela, encontro uma com a mesma letra de hoje, a data é de 1998. 12 anos atrás. Não lembro de tê-los visto passarem. Ela transcreveu a melhor história sobre amizade que Maurício de Souza escreveu. Era sobre o Cebolinha e o Cascão e me lembro até hoje o dia em que lemos essa edição. Começava bem assim: "Eu sou a Juliana e você a Taís. Numa amizade que se estende há muito tempo. Desde quando éramos pequenas. Amigos sabem quando serão amigos [...] Amizade é como ter um irmão que não mora na mesma casa [...]"  Perfeita!
Nos conhecemos porque as nossas irmãs estudavam juntas e faziam trabalho na casa da outra. Na 1ª série foi a nossa vez (1992). A Jú sentava atrás de mim, na segunda fileira atrás da porta. Nos outros anos nos fixamos na fileira da janela (onde jogamos a chave da casa do Reginaldo para o lado do mato kkk).
A gente brincava o tempo todo. Era o puxa batatinhas da Jú que fazia o maior alvoroço na sala quando as batatas voavam. Eu tive dois brinquedos inesquecíveis; a maquininha de moldes e a frigideira que borbulhava com água, imitando óleo.
A Jú ficou doente aos 10 anos. Entre as nossas piores coincidências, ela teve Púpura, a mesma rara  doença que eu tive quando bebê. Só que ela sofreu bem mais. Eu fico triste só de lembrar do sofrimento dela. Por ser branquinha, as manchas roxas eram bem visíveis em sua pele. Ela  quase perdeu o ano no colégio e engordou muito por causa dos medicamentos. Vivia internada e a alegria maior era quando recebia alta e eu subia para a casa dela. Passava a tarde inteira por lá e ouvia todos os detalhes de suas plaquetas (eu nunca entendia nada). O seu consolo eram os gibis que o Sr. Joaquim (uma figura), pai dela, comprava na porta do hospital. Ela sempre me emprestava.
Senti que fosse perdê-la. A Juzynha, minha melhor amiga! Entendi o que era ter uma. Eu já ia à igreja essa época e lembro que sempre orava por ela na escolinha. Mas como Deus sempre nos surpreende … Ele mostrou que tinha (e tem) um plano grandioso na vida dela. Ela foi forte e venceu a doença!
E lá fomos nós, firmes até a 8ª série. Todo o começo de ano era aquele frio na barriga ao lê a lista na porta da escola. Um grande medo de não termos "caído" na mesma sala. Ufa, sempre notícia boa! Até mesmo quando mudamos duas vezes de colégio. E era assim, carne e unha. Nos aventuramos muito. Já pintamos algumas mechas do cabelo de azul (com tinta de tecido) e curtimos muito Mamonas Assassinas. Já amarramos lenço na cabeça e nos vestimos de preto. Vivíamos combinando de sair com roupas iguais. Perdemos a noção do tempo na melhor excursão da nossa infância: o Sítio Silcol. Andamos a cavalo, vimos gente se afogar (a Cristiane) e fizemos aeróbica no final do dia.
Já quisemos ser "mocinha" muitoooooooo antes da hora. Já pagamos muitos micos!!! Viciamos em o "É o tchan" e vivíamos com o shortinho da banda. Nos vestimos de jamaicanas e dançamos "Is this love", de Bob Marley. Já pedimos música na rádio e fingimos ser adultas.  Passamos trote na casa de muita gente. Já morremos de medo da "loira (maldita) do banheiro" e do "palhaço (estuprador) da perua" que diziam que ficava na esquina da escola. Espero que nada disso tenha existido.
Trocamos bilhetes em sala de aula (aliás, o 1º MSN que existiu). Tivemos um bichinho virtual e demos muito prejuízo. Afinal, o bendito TAMAGOSHI era uma fortuna! Andamos de bike e patins um milhão de vezes. Vendemos pão na mini padaria que os meus pais tinham. Mas negócios são negócios e passamos a trabalhar pra gente; fizemos colares e juramos ficar ricas! Vendemos nossos gibis e roupas para as amigas. Sem falar nas peças de gesso que pintávamos e vendíamos. Já pichamos e tivemos que limpar as paredes da escola. Tiramos sarro das pessoas na rua. Ôoooo infânciazinha!!! Pedimos carona pra voltar pra casa. Arranjamos muitas encrencas. Colação de Grau - 2010Gastamos nossa mesada em Santo Amaro. Já levamos suspensão por termos cabulado aula e perdemos a prova de matemática no dia seguinte. Já "ficamos de mal" e reatamos centenas de vezes.
Finalmente crescemos! Ao invés de gibis, trocamos experiências. Rimos. Choramos mais uma vez com algumas perdas. Fizemos o colegial separadas e começamos a trabalhar. Nos distanciamos e já não andávamos mais juntas. A Jú ia fazer Farmácia e eu, Letras.
Dois anos depois, entramos na faculdade e mais uma vez essa amizade que não tem tamanho reviveu. Estávamos novamente na mesma sala (sem saber), no mesmo curso e paixão; JORNALISMO. E relembramos todas essas histórias  ao longo desses quatro anos. Cantamos todas as músicas que fizeram a trilha sonora da nossa amizade. Decoramos frases que desenterramos: "Eu tenho uma moeda, um monte de moedas …"
Um milhão de coisas boas aconteceram nesse período. E é bom lembrar só das melhores fases e das pessoas maravilhosas que conhecemos .Eu conheço a Jú em um olhar. E sei exatamente o que ela vai falar em qualquer situação. Ela sempre rouba as minhas frases antes de mim. Hoje falamos sobre creme anti rugas e relacionamentos (complicados). Planejamos um curso fora do país ou ao menos dançar tango na Argentina (não levem ao pé da letra kkk).
Nos formamos no ano passado, mas nos falamos todos os dias nem que seja via torpedo (dezenas). Sempre damos um jeitinho de nos vermos nem que seja para um açaí no finalzinho do domingo.
A jú é assessora de imprensa, autoras de ótimos textos e sempre cheia de muitas idéias.

Maurício de Souza termina o texto:

"Amizade que é amizade NUNCA acaba. Mesmo que a gente cresça e apareçam outras pessoas no nosso caminho. Porque amizade não se explica. Ela, simplesmente, EXISTE"

Tá explicado! Jú, te amo amiga e eu sei que é pra sempre!

E-mail da Tá

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

 

 Acabei de receber esse e-mail da minha hermana, a Taty. Eu disse Taty? Sim. A bela, amável e querida Taty! A "musa inspiradora" das minhas lembranças infantis. O email é curtinho, mas resume um pouquinho do que não sai dos nossos pensamentos cada vez que vemos um sol como o de hoje.

"Tá, que coisa louca, fui ao banheiro agora e estavam todos ocupados, aproveitei pra dar uma espiadinha na janela e ver o tempo como estava.
Pra minha surpresa estava um sol lindo, um céu azulzinho, sem nenhuma nuvem. De repente me lembrei de quando a gente era criança, que delícia, se pudesse rebobinar a fita, já o teria feito. Não que a minha vida de hoje não seja boa, não!  É maravilhosa, mas aqueles dias … Ah, que delícia!!!
Lembrei de quando eu ficava na casa da Maria José e brincava com as meninas até não querer mais, até o tempo começar a ficar meio friozinho. Era tão bom, a gente não se preocupava com nada, só queria brincar, e se divertir.
Lembrei também de quando eu ficava em casa com vc, me deu uma nostalgia. Lembrei dos nossos chocolates quentes, dos cobertores no chão da sala, lembrei do vôlei que jogávamos no quintal, sempre devagar prá não cair na casa da vizinha. Lembrei das nossas risadas, muitas bobas sem sentido. Que tempos bons que infelizmente nunca mais vão voltar.
Por isso aprendi, hoje, é hoje! preciso viver esse dia, pois com essa cara ele nunca mais vai voltar!
Um beijo!
Desculpa se escrevi babaquices rs "

P.S. Taaaaaa, eu serei ETERNAMENTE GRATA PELA SUA EXISTÊNCIA em minha vida! TE AMOOOOOOOOO!!!

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