Vou te contar…

… Lembranças, Pensamentos, Saudades e Indagações !!

31/7/09

Mudança

Taís Gomes

É assim, é exatamente assim. As mudanças chegam sem avisar e mudam o curso da nossa vida.
Há quem tenha medo de mudar, medo do novo, medo do que virá e como será.
Eu já tive muito medo. Acho que de todos os medos, tive um pouco de cada. Mas dois medos foram os piores: o de arriscar e o medo do novo.
Por não arriscar perdi muitas e muitas e muitas oportunidades de mostrar o que realmente gostaria de ser ou fazer.
Com o medo do novo deixei de inovar a mim mesma e agarrar essa chance que a vida estava, generosamente, me presenteando. Ainda que meus olhos vissem o contrário.
Descobri que até os fortes têm medo. Todos têm. Uma pequena dose de medo é capaz de dar prazer a uma conquista.
Todos os dias quero olhar no espelho e dizer a mim mesma; HOJE NÃO QUERO TER MEDO DE NADA. Quero ser, suficientemente, forte diante do que me assusta. Seja uma conquista ou uma aparente derrota. HOJE QUERO ARRISCAR E INOVAR, sem me importar com o caminho que irei trilhar.

criado por taisgomds    2:25 — Arquivado em: REFLEXÃO — Tags:, ,

SEM MEDO DE MUDAR

Faz de conta: você acordou, ligou para o salão e marcou um horário. Na hora do almoço, foi lá e pediu: Corta bem curto. O cabeleireiro não acreditou no que ouvia. Afinal, seus quase cinquenta centímetros de cabelo sempre foram, na sua cabeça (literalmente), uma espécie de atestado da sua feminilidade. Mas agora eles teriam de ser curtos. Para que suas ideias ficassem longas. Ele colocou a mão um pouco abaixo do seu ombro: Mais ou menos aqui? Você segurou a mão dele, levou-a na altura da sua orelha, e disse: Tosa.
Depois você passou naquela loja onde tem uns vestidos moderninhos e coloridos. Você entrou e pediu aquele cor de laranja com borboletas, muito mais curto do que os que você costuma usar. Aproveitou e pediu a sapatilha da vitrine. Arrancou o seu terninho bege, sua camisa branca e seu escarpim marrom. Deixou tudo por lá mesmo, no provador. E quando a vendedora perguntou o que fazer com aquilo, você disse: Queima.
Quando você retornou ao trabalho, uma hora depois do horário de costume, com aquele vestidinho e com os cabelos daquele jeito, a roda em torno de você foi se formando. Uns, animadíssimos. Outros, nem tanto. Alguns reprovaram. Como as coisas já não andavam muito bem por ali, sua chefe lhe chamou no final do dia para conversar, e avisou que as coisas não poderiam continuar daquele jeito, ou ela teria que substituir você. E você disse: Substitui.
Saindo de lá deu vontade de jantar naquele bistrô aonde você acha que só deveria ir no dia do seu aniversário ou outra data importante. Você mal encostou seu carro e já veio o dono da rua, dizendo que eram dez pratas para parar ali. E, como você não deu bola, o homem começou aquela conversinha surrada dizendo, na entrelinha da entrelinha, que um eventual não-pagamento antecipado incorreria em riscos indesejáveis na pintura do seu bólido. Você pegou o celular, digitou três números, mostrou o visor para o homem e, já com o dedo na tecla “ligar”, disse: Risca.
Faz de conta que você chegou em casa e sua filha de dezessete anos estava na sala com o namorado. Você teve que contar de novo a história daquele vestido e daquele cabelo e, como chovia, sua filha sondou se o rapaz poderia dormir ali. E, enquanto jogava no lixo aquela agendinha que você só usava no trabalho, você disse: Pode.
Quando se deitou para dormir, aquele anjo que costuma vir conversar com você antes do sono se empoleirou na cabeceira da sua cama. Elogiou o cabelo, o vestido, a decisão no trabalho, o presente de não-aniversário, o chega-pra-lá no dono da rua, a atitude com a filha. Só por curiosidade, perguntou que bicho havia mordido você. E você, se ajeitando no travesseiro e já desligando o abajur, disse: Nenhum.
No dia seguinte, vendo que eram dez da manhã e você ainda não havia se levantado, sua filha entrou no quarto, vocês conversaram e no final ela perguntou como é que vocês viveriam dali para frente. Com certa ironia, ela arriscou dizer que com as bolsas e os badulaques que você produzia e vendia nos finais de semana é que não seria. E você disse: Sim.
À tarde, você procurou o dono daquele galpão que você havia visto para alugar, perfeito para uma oficina, e fez uma oferta. O homem coçou a cabeça, pediu um pouquinho mais, e você disse: Fechado.
À noitinha, você foi até a casa dos seus avós, assim, de surpresa. E, de surpresa, você os beijou. E quando eles perguntaram o que era aquilo, você disse: Amor.
Faz de conta que foi assim. Faz de conta que foi desse jeito que você virou a mesa. Que resolveu não perder mais tempo, fazer o que gosta e ser do jeito que você, só você, acha que fica mais bonita.
Faz de conta que você morreu. E que alguém lhe deu a oportunidade de voltar para um terceiro tempo.
Então. Agora vai lá e faz tudo de verdade.
Autor desconhecido

criado por taisgomds    1:26 — Arquivado em: REFLEXÃO — Tags:, ,

23/7/09

Ele está trabalhando e isso basta !

Taís Gomes

Em algum momento da vida diremos: DEUS ESTÁ TRABALHANDO! E não importa como Ele trabalha, Ele tem a sua maneira exata de trabalhar. Ele é silencioso, tem uma visão especial que o faz enxergar àquilo que os nossos olhos não vêem.
Quando nos entregamos completamente a Ele, conseguimos ter paz de espírito. Encontramos dedos que tocam em nossas lágrimas. Mãos que se estendem em nossa direção. Às vezes, o caminho a percorrer é tão longo que ferem nossos pés. Incrível é perceber que, neste momento, Deus nos ergue do chão e nos coloca em seus braços. Nos abraça tão forte, nos envolve com o seu perfume suave e canta em nossos ouvidos. Fala com voz mansa em nossos corações, conta como está sendo o plano Dele para nós. O que temos que fazer para cooperar… Na verdade, Ele nos pede somente uma coisa: CONFIANÇA! Temos que confiar até o último instante, isso é tudo!
Ele está trabalhando! Já mostrou isso outras vezes, muitas outras vezes e o resultado foi surpreendente! Obrigada Deus por não desistir de mim jamais!

criado por taisgomds    19:20 — Arquivado em: REFLEXÃO — Tags:, ,

20/7/09

Marley e Eu, eu mesma…

 

 

Taís Gomes

 

Ando muito sensível mesmo e como diz minha irmã; “choro até se o detergente escorregar e cair no chão” … Fases. São somente fases!

Há quem diga que eu demonstro facilmente minhas raivas, tristezas e inquietações, mas continuo sendo linda (ops, acho que isso foi apenas um estímulo rs). Obrigada!

Mas sabe quando você quer muito ‘resolver’ pelo menos os próximos dez anos da sua vida? Mas não consegue resolver dez dias sequer?

Assisti Marley e Eu semana passada. Indicação da Jú que, dificilmente, chora em um filme, segundo ela, ele driblou suas emoções. Eu sabia que me emocionaria, se ela chorou, eu então…

O que eu não esperava era que o filme provocasse tanta inquietação dentro de mim. Não sei se era por causa da profissão dos personagens … ou da família linda que eles formaram.  Suspeito que sejam os dois motivos.

De repente eu me vi em cada segundo do filme, vi trechos do que já planejei para mim. Como se alguém reproduzisse a minha história ou o meu futuro.

É tão difícil tentar seguir, sem tropeçar, na estrada que temos que percorrer em busca dos nossos sonhos.

É tão complicado agir sem nos culpar por algum fracasso. Seria maravilhoso se tivéssemos um manual de instruções para os nossos desejos.

Marley e Eu não é só uma história de um cão que conquista uma família ou um espaço. É a história de seres que se amam e aprendem a lidar com todos os obstáculos que a vida impõe.

Quero dar continuidade às minhas histórias. Viver sem culpas, não ter vergonha das escolhas que foram feitas, da manobra que a vida resolveu dar. Focar no que sempre quis para mim e ter a certeza que vai acontecer. Cedo ou Tarde. Vai acontecer!

 

criado por taisgomds    8:23 — Arquivado em: COTIDIANO — Tags:, ,

Um belo exemplo de chance

Taís Gomes

 

Quem leu ou assistiu o Caçador de Pipas deve ter notado o real significado da palavra ‘chance’. Amir, um dos protagonistas, teve várias oportunidades para desfazer a covardia que pôs em risco a inocência de seu amigo Hassan.

Mas Amir preferiu o silêncio durante anos. Escolheu se esconder por trás da máscara de ‘menino rico’. Anos depois, escondeu-se, literalmente, nos Estados Unidos e deixou para trás mais uma chance de voltar e fazer tudo novo.

A vida talvez começasse a ser bondosa com Amir, quando recebeu a ligação de Hahim, um ex-sócio de seu pai e grande amigo. Hahim pedia que ele voltasse ao Afeganistão. Existia em alguma parede a chance de ele ser melhor, de ele corrigir todos os erros do passado, reconquistar a amizade de Hassan e a própria paz de espírito, que ele não tinha mais há muito tempo.

Essa história também está ligada a todos os âmbitos de nossas vidas. Quantas vezes nos escondemos diante de uma situação complicada? Quantas vezes nos deixamos levar pelo orgulho e perdemos a grande chance de fazer o melhor que a ocasião pedia?

Todos os dias temos uma chance na vida. Ela vem em várias formas. O passeio terminou por causa da chuva? O que fazer? Ir pra casa ou aproveitar a chance de pular nas poças d’água só para divertir alguém?

O sol está perfeito, mas você preferia o frio para colocar aquelas botas novas? Que tal aproveitar a chance de ter o sol em sua pele? Sorrir ao sentir-se tocada por ele …

A chance pode ser um pedido de desculpa, um beijo roubado, um olhar atencioso, um abraço, um afago nos cabelos de alguém ou até mesmo admitir uma falha diante do chefe.

Há tantas maneiras de encontrar a chance … Em algumas, nós temos que criá-la, mas não é porque estamos criando, signifique que ela nunca existiu. Não! Talvez, quando a procurou ela não estava por perto.

Portanto, dê chances a si mesmo, detecte as que a vida lhe sugere, sugue-as, você não sabe quanto tempo ela estará ali e qual a diferença que poderá fazer em sua vida!!

criado por taisgomds    5:53 — Arquivado em: REFLEXÃO — Tags:,

18/7/09

Todo fim pode ser um começo …

Taís Gomes

“O que chamamos de começo é sempre fim. E fazer um fim é fazer um começo. O fim é de onde nos começamos.”

É difícil assumirmos que todo fim pode ser um começo… Mas se pararmos pra pensar, descobriremos muito além do que essa frase pode dizer. O fim da noite é o começo do dia. O fim de um céu nublado é o começo do sol. Esse é o ciclo da natureza, mas também é o da nossa própria vida.
O começo da adolescência, por exemplo, é o fim da infância e o começo de uma nova fase. A demissão de um emprego, que muitas vezes nos deixa tão pra baixo… Não é um ’simples fim’, mas o começo de uma inovação, a busca por novas oportunidades, a vontade incessante de ser melhor e de procurar o melhor para si.
Uma coisa que sempre carrego comigo é que nunca devemos nos conformar com o que temos e o que somos. Sempre temos que querer mais! Que onde trabalhamos não é o melhor emprego do mundo, que a oportunidade que temos hoje não é a que tanto esperamos. Tem que ter mais! Muito mais! Pensar assim me faz melhor, porque faz com que a minha visão amplie e eu enxergue onde, realmente, quero chegar.
O início de um relacionamento é o fim de uma fase de solidão, de lágrimas e de tristezas. É uma porta que se abre em nossa frente e passamos a ter outros olhos pra tudo. Muitas vezes, passamos a enxergar com os olhos da outra pessoa. Mudamos a nós mesmos, nos tornamos melhores, afinal, somos moldados pelo outro.
Li em algum lugar que, quando nos apaixonamos por alguém, buscamos no outro as características que nos faltam, aquelas que tanto admiramos, mas que não conseguimos ter.
Mas o início de um relacionamento pode ser também outro começo. O começo de uma fase de troca de experiências, de mudanças internas e externas, de autoconhecimento e muitas vezes, de ‘desconhecimento’, sim. Há situações que nem sabemos mais quem somos.
Por mais doloroso que seja, o fim de uma relação também pode ser o começo de uma devastadora metamorfose em nosso ser. O começo para não cometermos os velhos erros e a oportunidade de levarmos tudo o que aprendemos, tudo o que nos acrescentou durante anos, ou, enquanto durou.
O começo de uma nova amizade é o fim de uma fase de decepções de outra. É também o começo para ouvir, aprender e marcar a vida de alguém.
O fim é de onde nos começamos. E eu quero ter a chance de começar todos os dias!

criado por taisgomds    10:57 — Arquivado em: REFLEXÃO — Tags:, ,

16/7/09

Admite

Fábio Reynol

Lamento admitir, mas o Nelson Rodrigues tem razão, o amor não morre. Nunca. Por mais que o enterremos, o afoguemos, tentemos esfaqueá-lo, esquartejá-lo ou incinerá-lo, ao contrário do frágil ódio, o amor perdura. O amor que foi continua sendo. Mesmo se a decepção, a traição, o rancor, o ciúme, o egoísmo ou a morte tenham destruído um relacionamento, o amor que um dia aconteceu é para sempre. Podes sentir ciúme dos “ex”s de tua amada. Aqueles que passaram pela vida dela carregam um todo dessa mulher que tu nunca vais ter. Do mesmo modo, as ex-namoradas de teu marido das quais “roubaste” o cargo de esposa, roubaram de ti românticos capítulos da juventude desse homem que jamais terás. Mesmo que hoje ele as odeie, as despreze e nunca mais as veja, um todo de cada uma delas está presente nele. Para sempre.
Quem pode roubar de nós o primeiro beijo roubado? O primeiro é o primeiro. Se tu não foste o autor do primeiro, tu serás, no máximo, o primeiro de língua, o primeiro na padaria, o primeiro com aparelho nos dentes… O primeiro mesmo, meu caro, já foi e dela ninguém tira. Admite.
Admite o quão verdadeiros foram as confissões babacas ao pé-do-ouvido, as primeiras flores recebidas, as fugas e desculpas para ver o “grande amor da minha vida”, o beijo flagrado naquela tarde embaixo da mangueira e que só foi o que foi porque teve um beijo, um abelhudo e uma mangueira que jamais voltarão. Não precisam. São eternos. Ainda que o amado tenha sumido, o abelhudo, morrido e a mangueira, sido cortada. Admite que teu amado de hoje foi aprimorado pelas outras mulheres que ele amou. Que as flores que recebes hoje são filhas do primeiro buquê que ele comprou cujo perfume ainda está nele. Admite que a paciência dele com tua TPM foi conquistada por outra menina que não contou com a mesma complacência. Que as delicadezas que ele hoje tem contigo não vieram das conversas com os amigos, mas de aulas práticas ministradas por almas do sexo feminino. Admite que tua mulher não virou mulher em teus braços e que nem por isso é menos encantadora do que aquela primeira que te fez homem. Aceite o fato de que o olhar carinhoso que hoje te derrete foi ensaiado em outros rapazes e que os beijos que agora recebes são jóias lapidadas por outras bocas. Graças a elas, não recebeste um diamante bruto.
Admite que teu amado não é teu. Há nele algo tão “ele” que jamais terás, feito de partes que outras tiveram, feito de um todo que também levarás. Admite que tua amada não é tua. Há nela um Bruno, um Carlos, um Luís tão dela quanto ela mesma. Amores verdadeiramente amados que nunca morrerão e que a fazem ser quem é, que fazem todos ser quem são. Admitir isso é o começo do amor.
 
Texto extraído do blog:  http://diariodatribo.blogspot.com/2007/08/admite.html

criado por taisgomds    17:54 — Arquivado em: Sem categoria

Fragmentos da Lembrança

 

Taís Gomes

 

Parece que foi ontem que eu brincava de ‘casinha’ no quintal. Lembro bem que amarrava lençóis no varal e montava uma espécie de cabana. Lembro do frita-frita’; uma frigideirinha marrom que, se colocasse água e uns ‘bifezinhos e verdurinhas’ de plástico, formavam bolhas iguais as de óleo quente.

Lembro do puxa puxa batatinha que a Jú tinha um … Juliana? Sim. Uma grande amiga de infância, depois escrevo um post sobre ela. Ela merece! Eu amava puxar as batatinhas …

E o pesca peixe? E a máquina de escrever que eu derrubei no último dia de aula… Vixi! A Marcela quase me matou, eu me propus a pagar … não sei com qual dinheiro.

Mas o brinquedo que fazia mais sucesso era a minha maquininha de moldes. Tinha umas plaquinhas com desenhos em alto relevo de modelos com várias peças de roupa. Era só colocar um papel por cima, fechar a tampinha e passar giz de cera. Pronto! Montávamos vários estilos!!

Ainda ontem eu chorava na cadeira do dentista. Chorava pelo gatinho que morreu. Chorava por causa dos peixinhos. Chorava porque fiquei trancada. Chorava com ciúmes da minha irmã com a minha mãe. Chorava porque apanhei na escola. Chorava porque levei bronca da professora. Chorava porque colei na prova e descobriram. Chorava porque levei advertência. Chorava porque me empurraram no escadão. Chorava ouvindo Leandro e Leonardo. Chorava assistindo meu “Primeiro Amor” com Macaulay Culkin. Chorava porque a Jú parou de falar comigo. Chorava assistindo “Sara e o Cavalo de Fogo”. Chorava porque minha mãe não deixou eu ir pra algum lugar.

Lembro das respostas no ‘caderno de perguntas’ que todo mundo tinha um e da confusão que ele causava. Do sol laranja que que aparecia toda tarde. Das aulas de matemática. Do sinal da escola que dava pra ouvir de casa.

Dos meus tombos, dos empurrões, das vezes que caí, demorei a levantar, outras, levantei prontamente… O último dia no colegial, o primeiro emprego, o primeiro dia de aula na facul. Os desafios que acreditei, por muito tempo, que não conseguiria, mas consegui.

Das lágrimas que derramei e que hoje sorrio quando lembro. Das minhas cobranças, das minhas decepções… Dos amigos que entraram e saíram da minha vida sem que eu percebesse, dos que continuam firmes e fazem uma grande diferença. Dos amigos que morreram, dos amores que não duraram. Do que perdurou e perdura tão forte dentro de mim.

Lembro das minhas primeiras histórias, das que pensei, mas nunca ousei em escrever. As cartas que enviei e das que guardei, quem sabe um dia, elas tenham um destino. Das que eu rasguei e depois me arrependi. Das fotos que tirei e detestei. Ainda ontem não cumpri minhas promessas. Ainda ontem desejei que o HOJE chegasse e agora sinto falta de todas as oportunidades que passaram despercebidas. Hoje quero viver intensamente para continuar essa história.

criado por taisgomds    10:58 — Arquivado em: LEMBRANÇAS

9/7/09

Preciso

Taís Gomes
Queria ter a chance de ser melhor, melhor em tudo … Melhor como pessoa, amiga, namorada,  filha,  mulher, menina,  criança … É tão difícil trilhar o caminho mais certo. É tão difícil ser perfeita ou ao menos chegar próximo … Talvez eu precise de muito, mas pode ser que falte tão pouco.  Eu apenas queria ter as palavras ideais para todos os momentos … O ombro perfeito para qualquer desabafo … As mãos mais quentes para aquecer o inverno de alguém … O olhar certeiro para visualizar quem precisa ser lembrado. Um detector de sorrisos em pessoa, para saber de quem não consegue mais sorrir… Queria ser a companhia mais esperada, mais querida … talvez, quem sabe, ser  até indispensável na vida de alguém … muita pretensão eu sei. Enfim, são somente desejos, pensamentos, fragmentos de mim mesma e de como quero ser. Olhando assim, eu preciso de muito ainda.
criado por taisgomds    20:25 — Arquivado em: Sem categoria — Tags:, ,

Voltei!!!

Dá pra acreditar que eu perdi a senha desse blog?? Não, não dá! Por isso fiquei tanto tempo longe daqui … Só dava uma espiadinha como visitante … sniff!! O pior foi eu clicando no ‘esqueci minha senha’, convicta de que teria o meu blog de volta … Um susto! Troquei uma letrinha, uma mísera letrinha na hora de digitar o meu email … o Terra me enviou o lembrete de senha, mas no email errado … Nem queiram saber a dor de cabeça. Mas enfim, estou aqui de volta!! A cabeça fervilhando cheias de histórias, contos, lembranças … histórias de novo!! rs Prometo postar em breve!!

P.s Finalmente abri a conta no myspace para divulgar minhas locuções, acessem: www.myspace.com/taisgomeslocutora

Se cuidem,

Bjos

criado por taisgomds    19:57 — Arquivado em: Sem categoria
Report abuse Close
Am I a spambot? yes definately
http://taisgomes.blog.terra.com.br
 
 
 
Thank you Close

Sua denúncia foi enviada.

Em breve estaremos processando seu chamado para tomar as providências necessárias. Esperamos que continue aproveitando o servio e siga participando do Terra Blog.